Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

III ENCONTRO NATALENSE DE ESCRITORES





A Prefeitura do Natal promove mais uma edição do Encontro Natalense de Escritores, entre os dias 27 e 29 de novembro, na praça Augusto Severo, Ribeira, reunindo expoentes da literatura nacional, nordestina e potiguar :Cristovão Tezza, Arnaldo Antunes, Washington Novaes, José Miguel Wisnik, Paula Morelembraum, Zuza Homem de Melo, Roberto Menescal, Ignácio de Loyola Brandão, Chico Mattoso e Silvério Pessoas são alguns nomes confirmados.
Haverá lançamentos de livros da Coleção Letras Natalenses e Cds do projeto Documento Sonoro e ainda sessões de autógrafos após cada mesa literária, exposições no Museu de Cultura Popular e estande de livros da Siciliano.
O III ENE - Encontro Natalense de Escritores acontecerá de 27 a 29 de novembro, de quinta-feira a sábado, na praça Augusto Severo na Ribeira. Escritores, poetas, jornalistas, romancistas, pesquisadores e intelectuais de diferentes gerações e pensamentos discutirão suas visões e caminhos literários em encontros inéditos por aqui. Estarão juntos escritores nacionais e locais frente a frente com o público dialogando sobre literatura, música, poesia e o que mais permitir a transcendência das palavras. O evento é uma realização da Prefeitura do Natal através da Funcarte.
A mudança de local é uma das novidades do ENE. Diferente dos outros dois últimos anos que aconteceu no largo da Rua Chile, o Encontro Natalense de Escritores passa a se alojar na praça Augusto Severo, em frente ao Museu de Cultura Popular Djalma Maranhão. A outra novidade é a separação dos shows e das mesas literárias. As apresentações acontecem agora num palco montado na área externa.
Entre as mesas literárias mais esperadas estão as duas voltadas para o tema Bossa Nova e Vinícius de Moraes, reunindo nomes como Zuza Homem de Melo, Roberto Menescal, Zé Dias, Damião Nobre, Paula Morelembaum, José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski. A obra de Machado de Assis e o pensamento do escritor Oswaldo Lamartine também serão alguns focos literários em destaque nesta terceira edição do ENE, reunindo nomes como o acadêmico Antônio Carlos Secchin, Murillo Mello Filho, Diógenes da Cunha Lima, e ainda Carlos Newton Jr, Antônio Naud e Woden Madruga.
Outra mesa literária em destaque é "O Escritor editor: conversas sobre o jornalismo literário", reunindo o editor da revista Bravo João Gabriel de Lima o professor e poeta Moacir Amâncio, o escritor Homero Fonseca e o jornalista Alex de Souza.
Arnaldo Antunes estará presente num bate-papo com o público na quinta-feira, conversando sobre poesia, literatura e música, e sobre seu livro "Como É que Chama o Nome disso", que ele irá autografar logo depois. O artista também fará um show acompanhado de banda, depois das 22h.

SERVIÇO
III Encontro Natalense de Escritores
De 27 a 29 de novembro
Praça Augusto Severo, em frente ao Museu Municipal de Cultura Popular Djalma Maranhão


III ENCONTRO NATALENSE DE ESCRITORES 27 A 29 DE NOVEMBRO DE 2008

QUINTA-FEIRA, DIA 27 DE NOVEMBRO

Local: Praça Augusto Severo, Ribeira

TENDA LITERÁRIA

MESA LITERÁRIA: CONTO, POESIA E OUTRAS CONVERSAS
COM CHICO MATTOSO, SILVÉRIO PESSOA, NÍCOLAS BEHR E CARLOS FIALHO (Mediador)
Diferentes gerações de poetas e autores discutem suas visões e caminhos literários, do blog ao livro, do conto ao romance, da poesia surgida nos mimeógrafos ao poema-celular e a letra essencialmente sonora.
CHICO MATTOSO nasceu na França, em 1978, mas sempre viveu em São Paulo. Tem 30 anos, é formado em Letras pela Universidade de São Paulo -USP, foi editor da revista Ácaro e é co-autor de Cabras [UTF-8?]– Caderno de Viagem (Unisol, 1999) e Parati para mim (Planeta, 2003), que o lançou como um dos escritores convidados da primeira FLIP [UTF-8?]— Feira Literária Internacional de Parati. Além da ficção, trabalha como jornalista, tradutor e roteirista. Seu primeiro romance, Longe de Ramiro (Editora 34), lançado em 2007, foi finalista do prêmio Jabuti. Atualmente escreve um livro ambientado em Havana para o projeto Amores Expressos da editora Record. NÍCOLAS BEHR nasceu em Cuiabá-MT em 1958, é escritor da geração mimeógrafo e do movimento estudantil. Mora em Brasília desde 1974. Em 1977 lançou seu primeiro "best seller" Iogurte com Farinha, impresso em mimeógrafo do Colégio Setor Leste. De mão em mão vendeu 8 mil exemplares. Na década de 70 lançou ainda 'Grande Circular', 'Caroço de Goiaba' e 'Chá com Porrada'. Nos anos 80 foi redator de várias agências de propaganda, mas largou a carreira de publicitário para criar a ong ecológica MOVE [UTF-8?]— Movimento Ecológico de Brasília. Des anos depois volta à poesia com 'Porque Construí Braxília' e 'Poesília - poesia pau-brasília'. Também publicou "Menino Diamantino", "Viver Deveria Bastar", "Vinde a mim as palavrinhas", entre outros. SILVÉRIO PESSOA é pernambucano de Carpina, região da Zona da Mata. É um dos nomes mais importantes da geração Manguebeat [UTF-8?]– movimento estético-musical liderado por Chico Science. É poeta, compositor, músico, foi integrante do grupo pernambucano Cascabulho. Em 2001, após sair da banda, desenvolveu um CD baseado na obra do cantador alagoano Jacinto Silva, chamado Bate o Mancá - O Povo dos Canaviais. Lançou recentemente o espetáculo/CD 'Cabeça elétrica, coração acústico', onde cerze uma costura forte entre a música e a poesia nordestina e urbana, com influências do Armorial, e na poesia dos cantadores.


â–²17h35m [UTF-8?]— ESPAÇO DO LIVRO

Os autores Chico Mattoso, Nicolas Behr, Silvério Pessoa e Napoleão Paiva autografam suas obras que estarão à venda no local

â–² 18h30m [UTF-8?]— ESPAÇO DO LIVRO

Lançamento do livro 'Vozes e Reflexões [UTF-8?]– Anais do II Encontro Natalense de Escritores' (Coleção Letras Natalenses), com a presença do organizador, Moacy Cirne.

Lançamento do livro 'Panorama da poesia norte-rio-grandense' (Coleção Letras Natalenses), de Rômulo Wanderley.

Lançamento de 'Xexéu [UTF-8?]– O Poeta das Lajes' (Coleção Documento Sonoro), com declamação do cordelista João Gomes Sobrinho (Xexéu).

'XEXÉU, O POETA DAS LAJES' é o registro em CD do poeta popular e cordelista João Gomes Sobrinho, mais conhecido como Xexéu. O disco, que integra a coleção Documento Sonoro lançado pela Prefeitura do Natal através da Funcarte, resgata alguns dos mais conhecidos textos de cordel deste poeta de 68 anos, nascido no sítio do Lajes, distrito de Santo Antônio do Salto da Onça-RN. "Xexéu, o poeta das lajes" tem participação de cantadores e poetas nordestinos contemporâneos como Ivanildo Vilanova, Oliveira de Panelas, Sebastião Dias e a dupla Os Nonatos. Xexéu descobriu os cordéis ainda criança, andando pelas feiras do seu interior. Fazia versos de improviso sobre a realidade em que vivia, romances e temática ecológica. Para "aprender mais", leu livros de Casimiro de Abreu e de Machado de Assis. Hoje, é considerado patrimônio cultural do seu município, foi tema de documentário premiado no Festnatal "Xexéu, o poeta popular", e lançou recentemente a coletânea "Vozes da Natureza", pela Prefeitura do Natal.

â–²19h [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

ENCONTRO MARCADO COM ARNALDO ANTUNES
Um dos mais talentosos artistas contemporâneos, ativo em várias frentes há mais de 20 anos, Arnaldo Antunes tem, no ENE, um encontro inédito com seu público, para falar sobre poesia, música, literatura e artes visuais. Também falará sobre sua mais recente obra "Como É que Chama o Nome Disso". ARNALDO ANTUNES nasceu em São Paulo, em 1960. Fez faculdade de Letras na USP, trabalhou com música, poesia, publicou jornais e revistas literárias e experimentou cinema quando ainda era universitário. A fama veio após participar como integrante do grupo de rock Titãs, com o qual trabalhou intensamente nos seis primeiros discos. Em carreira solo, lançou o CD e vídeo "Nome", unindo música, poesia e produção gráfica em um único projeto. O CD é produzido por Arnaldo, Paulo Tatit e Rodolfo Stroeter. O vídeo contém 30 peças com o intuito de dar movimento à palavra escrita. Arnaldo também integrou o grupo 'Ouver', com Augusto de Campos, Haroldo de Campos, Décio Pignatari, Livio Tragtemberg, Walter Silveira e outros, com o qual apresenta performance poética na comemoração dos "30 Anos da Semana Nacional de Poesia de Vanguarda". Como autor, possui 13 livros publicados. Com o livro de poemas "As coisas", ganhou o Prêmio Jabuti de Poesia em 1993, e atuou como ensaísta na Folha de S. Paulo. Arnaldo Antunes participa em uma das faixas do CD Poemúsica, com composições de Dácio Galvão, que sairá pelo projeto de Documento Sonoro da Prefeitura do Natal, através da Fundação Capitania das Artes.
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▲20h30m [UTF-8?]—MACHADO DE ASSIS E SEUS AMIGOS

MESA LITERÁRIA COM ANTÔNIO CARLOS SECCHIN, MURILO MELO FILHO E DIÓGENES DA CUNHA LIMA (Mediador)

O maior e mais discutido de todos os escritores nacionais será o tema desta conversa entre o poeta, ensaísta e crítico literário Antônio Carlos Secchin, o jornalista Murilo Melo Filho e o escritor Diógenes da Cunha Lima. Aspectos novos da vida e da obra de Machado de Assis, revelados em correspondências aos seus amigos, será a abordagem dos debatedores.
ANTÔNIO CARLOS SECCHIN é doutor em Letras e professor titular de Literatura Brasileira da UFRJ. É ganhador de diversos prêmios literários, e organizador de antologias importantes como as de João Cabral de Melo Neto (João Cabral: A poesia do menos), Cecília Meireles (edicão do centenário) e Mário Pederneiras. Publicou os livros A ilha (1971), Ária de estação (1973), Movimento (1976), Elementos (1983), Diga-se de passagem (1988), Poesia e desordem (1996), Todos os ventos (2002), Escritos sobre poesia e alguma ficção (2003), 50 poemas escolhidos pelo autor (2006), entre outros. Como crítico, também debruçou-se sobre as obras de Álvares de Azevedo, Cruz e Souza, Drummond, Quintana, Ferreira Gullar e Ruben Braga, mostrando uma visão inovadora desses autores e análises refinadas de suas obras. MURILO MELO FILHO é jornalista potiguar e membro da Academia Brasileira de Letras desde 1999. Firmou-se no Rio de Janeiro aos 18 anos, onde trabalhou em veículos da grande imprensa como a Tribuna da Imprensa, Jornal do Commercio, no Estado de São Paulo, na revista Manchete. Viveu no Distrito Federal, onde foi professor de Jornalismo na Universidade de Brasília. Ainda como repórter, cobriu a guerra do Vietnã em 1967 e a guerra do Camboja em 1973. Em companhia de Arnaldo Niskier, Raimundo Magalhães Júnior e Joel Silveira- escreveu Cinco Dias de Junho, um livro sobre a Guerra dos Seis Dias, de Israel. Também assinou em parceria com outros escritores o livro O Assunto é Padre e Reportagens que Abalaram o Brasil. Lançou ainda O Desafio Brasileiro, seu primeiro livro sozinho, e O Modelo Brasileiro. Em 1997 lançou o livro Testemunho Político. DIÓGENES DA CUNHA LIMA nasceu em Nova Cruz, em 1938, é advogado, poeta e escritor, também presidente da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. Conhecido como o poeta do Baobá, por conta de um terreno que comprou para preservar um baobá nativo e também por sua paixão pela obra de Saint-Exurpéry, Diógenes da Cunha Lima tem se dedicado a produzir literatura em muitas frentes, não somente poesia, mas também biografias e ensaios, experimentando também a literatura infantil. Seu primeiro livro publicado foi de poemas "Lua 4 vezes sol", em 1968. Em 1975, recebeu o prêmio Othoniel Menezes de Poesia, com "Instrumento dúctil". Foi reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, secretário de Educação e Cultura do Estado durante o governo de Cortez Pereira, presidente da Fundação José Augusto, professor do Curso de Direito e é, atualmente, presidente da Academia Norte-rio-grandense de Letras. Em 1977, lançou "Poemas do amor sem sossego". Ao todo são 20 livros publicados. Lançou também "O Semeador de Alegria", pequena biografia sobre Dom Nivaldo Monte, "Câmara Cascudo, um brasileiro feliz",, "O Livro das respostas".


â–²20h30m [UTF-8?]— ESPAÇO DO LIVRO

ARNALDO ANTUNES autografa seu livro 'Como é que chama o nome disso', lançado pela Publifolha que reúne os melhores poemas, ensaios, letras de música e caligrafias, selecionados pelo próprio Arnaldo, acrescidos de um livro inédito de poemas (Nada de DNA) e de uma longa entrevista (com Arthur Nestrovski, Francisco Bosco e José Miguel Wisnik), além de um ensaio introdutório (de Antonio Medina Rodrigues).

â–²21h50m [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

Apresentação da coreografia 'Quem é a flor? Capitu.', do Balé da Cidade do Natal.
Bailarinos: João Alexandre, Marcelo Magalhães e Manuelle Flor.

â–²22h [UTF-8?]— ESPAÇO DO LIVRO

Os escritores Antônio Carlos Secchin, Murilo Melo Filho e Diógenes da Cunha Lima autografam suas obras, à venda no local

â–²22h10m [UTF-8?]— PRAÇA AUGUSTO SEVERO

SHOW DE ARNALDO ANTUNES E BANDA
â–² SEXTA-FEIRA, DIA 28 DE NOVEMBRO DE 2008

â–²16h [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

MESA LITERÁRIA: PALAVRA ESCRITA, PALAVRA CANTADA
COM ABEL SILVA, NIVALDETE FERREIRA, ANTÔNIO RONALDO E EDUARDO GOSSON (Mediador)

Os contornos das duas formas de expressão literária, a letra e a poesia, são alguns dos aspectos debatidos neste encontro. ABEL SILVA é poeta, letrista e escritor. Nasceu em Cabo Frio-RJ, em 1945. Lecionou Literatura Brasileira na PUC do Rio e na UFRJ. Atuou como professor na Escola de Comunicação, tendo sido editor de cultura do Jornal Opinião (1972) e da revista Anima (1974/1975) em parceria com o poeta baiano José Carlos Capinan. Em 1971 lançou o romance "O Afogado"; em 1974, o livro de contos "Açougue das Almas" e, cinco anos depois, seu primeiro livro de poesias intitulado "Asas". Como compositor, fez parceria com Fagner em LPs como Sangue Pudins e Asa Partida. Já como poeta-letrista, Abel Silva marcou presença junto a compositores e intérpretes nordestinos como João do Vale, Luiz Gonzaga, Dominguinhos. Sua primeira composição gravada foi Jura Secreta (com Suely Costa), gravada por Simone.
ANTÔNIO RONALDO é mossoroense, mas radicado em Natal desde 1971. Ligado no tropicalismo e na contracultura, quando adolescente se junta ao movimento de poesia alternativa que campeava nos anos 70, quando escreve seus primeiros versos e participa de festivais de música. Formou-se em Direito, Filosofia, com mestrado em Educação. Na música, seus principais intérpretes são Cida Lobo e Geraldo Carvalho. A criação musical de Antônio Ronaldo caminhou sempre ao lado da literatura, nessas quase quatro décadas militando na poesia.
NIVALDETE FERREIRA é poeta, escritora, pintora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Nascida em Nova Palmeira, interior da Paraíba, Nivaldete Ferreira se interessou pela literatura desde cedo, incentivada pela sua avó, que também era uma exímia contadora de histórias. Seu primeiro trabalho como escritora foi em 1979, data em que publicou o livro de poemas "Sertania". Lançou "Trapézio e outros Movimentos" (1994), a peça teatral "Entre o Carrossel e a Lei", publicado em 2007 pela EDUFRN. Enveredou pela literatura infanto-juvenil e ganhou prêmios com "Psilinha Cosme de Caramelo" (1997). Lançou este ano seu primeiro romance, pelo selo Letras Natalenses, intitulado "Memórias de Bárbara Cabarrús", que ganhou uma menção honrosa em 2005, em um concurso oferecido pela Funcarte.
EDUARDO GOSSON nasceu em Natal, em 1959. É Sociólogo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Foi editor do jornal Equipe (1975) colaborador do Letreiro(1977) e editor do suplemento literário Contexto(1978-79), de A República. Na Fundação Cultural Hélio Galvão idealizou e coordenou o Curso de Literatura do RN, no início da década de 90. Publicou Ciclo do Tempo (poesia), 1991, . História do Poder Judiciário (história), 1998, Ministros Potiguares (ensaio), 2005 e . Poemas das Impossibilidades (poesia), 2007. É presidente da União Brasileira de Escritores [UTF-8?]– UBE/RN.

â–²17h30m [UTF-8?]—TENDA LITERÁRIA

MESA LITERÁRIA: O ESCRITOR EDITOR - CONVERSAS SOBRE O JORNALISMO LITERÁRIO BRASILEIRO
COM JOÃO GABRIEL DE LIMA, HOMERO FONSECA, MOACIR AMÂNCIO E ALEX DE SOUZA (Mediador)

O escritor e contista JOÃO GABRIEL DE LIMA (Diretor de redação da Revista Bravo!), o jornalista e poeta HOMERO FONSECA, o poeta MOACIR AMÂNCIO e o Jornalista ALEX DE SOUZA debatem a arte da literatura aplicada ao jornalismo, a importância das publicações culturais e sua sobrevivência no mercado, a reportagem como gênero literário e outros temas.
JOÃO GABRIEL DE LIMA, paulista de 43 anos, é essencialmente um escritor. Romances e contos ficcionais fazem parte da sua produção literária. Lançou "O Burlador de Sevilha" (Editora Companhia das Letras, 2000), com o qual foi finalista do Prêmio José Saramago em 2002; e "Carnaval" (Editora Objetiva, 2006). É Formado em música e jornalismo, mora no Rio desde 2004. Trabalhou também na revista Veja, hoje, é diretor da Bravo!. MOACIR AMÂNCIO é professor, poeta e jornalista. Leciona Língua e literatura Hebraica na Universidade de São Paulo. Crônicas, poemas, ensaios e reportagens fazem parte de sua produção literária mais recente. Lançou no ano passado o livro de poemas ATA. Atualmente é colaborador do Estado de S. Paulo, da revista 18 (SP). HOMERO FONSECA é jornalista e escritor pernambucano. Foi diretor editorial da revista Continente Multicultural e passou por redações importantes como Folha de Pernambuco, Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo. Como escritor, publicou Viagem ao Planeta dos Boatos (Record, 1996), A Vida É Fêmea, Mário Melo [UTF-8?]– A Arte de Viver Teimosamente, Pequeno Teatro da Vida, Pernambucânia [UTF-8?]– O que Há nos Nomes das nossas Cidades (Cepe, 2006), Roliúde [UTF-8?]– Um Romance Picaresco, Aventuroso e Cinematográfico (Record, 2007), além de cordéis. ALEX DE SOUZA é um jovem e talentoso jornalista potiguar, é editor de conteúdo do portal Nominuto.com e do semanário NaSemana [UTF-8?]— versão impressa do portal. Assina uma coluna semanal onde exercita a crítica jornalista cotidiana. Escreve contos e é um profundo conhecedor da literatura de gibis.


â–²17h35 [UTF-8?]— ESPAÇO DO LIVRO


Os autores Abel Silva, Antônio Ronaldo, Nivaldete Ferreira e Eduardo Gosson autografam suas obras no local


â–²18h30 [UTF-8?]— ESPAÇO DO LIVRO

LANÇAMENTO DO "CD ZILA MAMEDE: O EXERCÍCIO DA PALAVRA CANTADA", COM TEXTOS SELECIONADOS POR ANTÔNIO RONALDO. "O Exercício da Palavra", nome de uma das obras da poetisa Zila Mamede, lançado em 1975, dá nome ao CD lançado pela coleção Documentos Sonoros da Fundação Capitania das Artes, com poemas de Zila musicados por compositores e intérpretes especiais, com organização do poeta e compositor Antônio Ronaldo. Zila Mamede é uma das mais importantes poetisas nordestinas. De verso limpo, elegante, despido de exageros, escrevia sobre a terra - sertão nordestino - , a solidão e o mar, sua grande paixão. Suas principais obras: Rosa de pedra (1953); Salinas (1958); O arado (1959); Exercício da palavra (1975) e Corpo a corpo (1978). Em 1978, foi publicado o livro Navegos, que reúne as cinco obras listadas juntas. Zila Mamede contou, durante a produção de seus poemas, com o apoio e amizade de grandes nomes da literatura brasileira, como Carlos Drummond de Andrade, que a incluía entre suas preferências literárias, e de João Cabral de Melo Neto. Manuel Bandeira considerou seu primeiro livro, Rosa de Pedra, de 1953, um dos melhores livros de versos brasileiros. Por Salinas, de 1958, Zila recebeu o prêmio Vânia Souto Carvalho, em Recife. Já O arado, de 1959, teve prefácio de Luís da Câmara Cascudo.
LANÇAMENTO DE "ALÉM DO NOME: ENSAIOS JORNALÍSTICOS. Neste livro lançado pelo selo Letras Natalenses, da Funcarte, a jornalista, poeta e editora Marize de Castro seleciona 30 entrevistas que fez com poetas, escritores, cronistas, jornalistas, artistas plásticos, dramaturgos, publicadas aos domingos no jornal Tribuna do Norte no decorrer do ano de 2001. A literatura é o fio condutor dessas entrevistas. Para o jornalista Woden Madruga, que assina o prefácio do livro, "abriu-se neste período um dos momentos mais ricos do jornalismo cultural de Natal, um ofício que Marize sabe exercer com maestria, provado com sobra quando dirigiu O Galo, da Fundação José Augusto, que foi ao tempo de sua existência um dos jornais culturais mais importantes deste país. Nas páginas do Além do Nome estão mais de 50 anos da história das artes em Natal registrados nos depoimentos dos entrevistados, autores e personagens alçados à mesma ribalta".

â–²19h [UTF-8?]— ESPAÇO DO LIVRO

Sessão de autógrafos com os autores João Gabriel de Lima, Moacir Amâncio e Homero Fonseca.

â–²19h [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

TEMA: O NORDESTE NA LITERATURA BRASILEIRA

COM CARLOS HEITOR CONY e TARCÍSIO GURGEL (Entrevistador)

CARLOS HEITOR CONY nasceu no Rio de Janeiro. Estreou na literatura ganhando, por duas vezes consecutivas, o Prêmio Manuel Antônio de Almeida (em 1957 e 1958). Sua carreira no jornalismo, iniciada em 1952 no Jornal do Brasil, foi continuada no Correio da Manhã, do qual foi redator, cronista, editorialista e editor. Depois de várias prisões políticas durante a ditadura militar e de um período no exterior, entrou para o grupo Manchete, lançando e dirigindo revistas como Ele&Ela, Fatos & Fotos. Como romancista, escreveu novo livros, entre eles "O ventre", "A verdade de cada dia", "Tijolo de segurança", "Informação ao crucificado". Depois de 23 anos sem publicar ficção, lançou "Quase memória" (1995), "O piano e a orquestra" (1996), "A casa do poeta trágico" (1997) e "Romance sem palavras" (1999), "O Indigitado" (2000) e "A Tarde da sua ausência" (2003), "O Adiantamento da Hora" (2006). Em 1996, a Academia Brasileira de Letras concedeu-lhe o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra, e a Câmara Brasileira do Livro, o Prêmio Jabuti, elegendo Quase memória como o melhor livro de ficção do ano. Além outros prêmios, volta a ganhar o Jabuti em 1998 com o romance A casa do poeta trágico. Em 2002, pela terceira vez ganha o Prêmio Jabuti com Romance sem palavras. Atualmente, é colunista diário da Folha de S.Paulo.
TARCÍSIO GURGEL é professor, escritor, artista, pesquisador e comunicador nascido em Mossoró mas radicado em Natal. Escreveu contos e críticas literárias, entre os quais "Os de Macatuba", "O Eterno Paraíso", "Conto por Conto" e "Informações da literatura potiguar". É professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e atualmente apresenta programa de entrevistas na TV Universitária-TVU.

â–²20h25m [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

Apresentação da coreografia 'Metro²', do Balé da Cidade do Natal.
Bailarinos: Lui Medeiros e Marx Bruno.

â–²20h30m [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

TEMA: A FICÇÃO E A REALIDADE EM "NÃO VERÁS PAÍS NENHUM"

O escritor IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO e jornalista WASHINGTON NOVAES se encontram para discutir temas como meio-ambiente sob a ótica do famoso romance "Não Verás País nenhum", de Ignácio de Loyola Brandão, publicado originalmente em 1981, onde o autor revela a face caótica de uma hipotética São Paulo, através do personagem Souza. A obra está completando 27 anos.
IGNÁCIO DE LOYOLA LOPES BRANDÃO é romancista, contista, cronista e jornalista. Nasceu em Araraquara SP, em 1936. Com a publicação de uma crítica de cinema no jornal A Folha Ferroviária, em 1952, inicia sua carreira de jornalista. Ainda em sua cidade natal, conhece o diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa, com quem escreve um romance, Os Imigrantes, jamais concluído. Em 1957, muda-se para São Paulo e trabalha no jornal Última Hora. Aficionado por cinema, em 1961, atua como figurante no longa-metragem O Pagador de Promessas, de Anselmo Duarte, e , em 1963, viaja para Roma com a intenção de tornar-se roteirista na Cinecittà. Sua carreira de escritor começou em 1965 com o lançamento de Depois do Sol. Três anos depois, lança seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, logo adaptado para o cinema. Editou, em 1972, a revista Planeta, primeiro periódico esotérico do Brasil. No mesmo ano, com dificuldades para publicar o romance Zero no Brasil, lança-o na Itália. O livro sai no Brasil somente em 1975 e é recolhido no ano seguinte pela censura, sendo liberado em 1979. Entre 1979 e 1990, afasta-se do jornalismo para viver exclusivamente de seu trabalho como escritor. Lançou os romances Não verás País Nenhum em 1981; depois O Beijo não vem da Boca, O Ganhador, O Anjo do Adeus, e A Altura e a Largura do Nada. A carreira de jornalista é retomada quando assume a direção de redação da revista Vogue, na qual permanece até 2005. Em maio de 1996, em decorrência de um aneurisma cerebral, submete-se a uma cirurgia de 11 horas, experiência relatada no livro Veia Bailarina. Em 2005, passa a escrever crônicas no jornal O Estado de S. Paulo. Em novembro, vence na categoria de melhor ficção do ano do Prêmio Jabuti, com o livro infantil O Menino que Vendia Palavras.
WASHINGTON NOVAES é jornalista, documentarista e escritor. Aos 74 anos, é uma referência do jornalismo brasileiro ligado as questões ambientais. Novaes é conhecido por tratar com especial destaque os temas de meio ambiente e culturas indígenas. Já foi repórter, editor, diretor ou colunista em várias das principais publicações brasileiras como Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, Última Hora, Correio da Manhã, Veja e Visão. Atualmente é colunista dos jornais O Estado de S. Paulo e O Popular (de Goiânia, onde vive). Na televisão, foi durante sete anos editor-chefe do Globo Repórter e editor do Jornal Nacional, da Rede Globo. Comentarista de telejornais das Redes Bandeirantes e Manchete, além do programa Globo Ecologia. Realizou em 2001 para a TV Cultura a série de cinco programas Desafio do lixo, gravada em 9 países e 10 estados brasileiros, além do documentário Primeiro mundo é aqui, sobre biodiversidade. Foi consultor do Primeiro Relatório Brasileiro para a Convenção da Diversidade Biológica, dos Relatórios sobre Desenvolvimento Humano da ONU, de 1996 a 1998, e sistematizador da Agenda 21 Brasileira [UTF-8?]— bases para a discussão. Possui mais de dez livros publicados, e entre os mais famosos está o livro-reportagem "Xingu: uma flecha atravessada no coração", que deu origem ao premiado documentário "Xingú: Terra Ameaçada".


â–²20h35 [UTF-8?]— ESPAÇO DO LIVRO

Sessão de autógrafos com os autores Ignácio de Loyola Brandão e Washington Novaes

â–²22h [UTF-8?]— PRAÇA AUGUSTO SEVERO

Concerto da Banda Sinfônica da Cidade do Natal.


â–² SÁBADO, DIA 29 DE NOVEMBRO DE 2008

â–²16h [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

MESA LITERÁRIA: OSWALDO LAMARTINE: OFÍCIO E ESTILO DE UM REGISTRADOR DE COISAS
COM CARLOS NEWTON JR, ANTÔNIO NAUD JÚNIOR E WODEN MADRUGA (moderador)

A obra do potiguar Oswaldo Lamartine, reconhecidamente um dos mais importantes pesquisadores das coisas do Sertão, será o foco desta mesa.
CARLOS NEWTON JÚNIOR é poeta e escritor pernambucano, e também um estudioso da obra de Oswaldo Lamartine. Lançou há alguns meses o livro de poesias De mãos dadas aos caboclos, cujo lançamento foi bastante festejado por outros autores e críticos. Em 2005 publicou Poeta em Londres também pela editoria Bagaço. Antes, lançou Canudos: poema dos Quinhentos (UFC, 1999) e Nóstos (Bagaço, 2002), obras que trazem uma rara força lírica e singular riqueza formal. Sobre Carlos Newton, o escritor, poeta, crítico, tradutor Alexei Bueno escreveu: "O pernambucano Carlos Newton Júnior, após publicar Canudos: poema dos quinhentos, importante retorno lírico a esse episódio mais traumático da história brasileira, editou Poeta em Londres, livro sob todos os aspectos da maior maturidade poética, que o consagra como um dos grandes poetas dessa geração". ANTÔNIO NAUD é escritor, poeta, jornalista. Nasceu na fazenda Bela Vista, em Itabuna na Bahia. O primeiro livro deste publicado foi em 1993, "O Aprendiz do Amor", pouco antes de emigrar para a Europa, trabalhando como colaborador para jornais e revistas brasileiras. Em Portugal publicou "Retratos em Preto & Branco [UTF-8?]– Contos Góticos de Madri" [1996], "Ficar Aqui Sem Ser Ouvido Por Ninguém / Caprichos" [1998] e, mais recentemente, "Se Um Viajante Numa Espanha de Lorca" [2005]. Em 2004, publicou a biografia do poeta potiguar Diógenes da Cunha Lima: "Um Sentido para a Vida". "Suave é o Coração Enamorado" [2006] é o seu último livro publicado. WODEN MADRUGA é um dos mais conhecidos jornalistas potiguares. Mantêm uma coluna diária no jornal Tribuna do Norte onde faz críticas literárias, análises políticas e comentários da cena cotidiana. Foi presidente da Fundação José Augusto por duas vezes.

â–²17h30m [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

MESA LITERÁRIA: O DESENHO RÍTMICO DA BOSSA NOVA

COM ZUZA HOMEM DE MELO, ROBERTO MENESCAL, JOSÉ DIAS E DAMIÃO NOBRE (mediador)

ZUZA HOMEM DE MELLO é musicólogo, jornalista, crítico de música e produtor. Escreve e estuda música desde 1956. Foi crítico da Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo, entre outros. Na literatura é autor de obras de referância, como "A Canção no Tempo - 85 Anos de Músicas Brasileiras". Estudou na Juilliard School of Music de Nova York (musicologia), na School of Jazz de Tanglewood, Massachussets e na New York University (literatura inglesa), nos Estados Unidos, em 1957 e 1958. Foi coordenador da "Enciclopédia da Música Brasileira". Entre 1977 e 1988, concentrou suas atividades no radio e imprensa. Ao longo de sua carreira, produziu discos fundamentais na discografia da MPB e dirigiu grandes artistas brasileiros. Em 2008, lançou o livro "Eis aqui os Bossa-nova" (Editora Martins Fontes).ROBERTO MENESCAL nasceu em Vitória-ES, em 1937. É um dos mais importantes compositores da MPB, ao lado de Tom Jobim, Carlos Lyra, Vinícius de Moraes. Foi um dos fundadores da Bossa Nova. Participava das reuniões no apartamento da cantora Nara Leão, na Avenida Atlântica, em Copacabana, onde o movimento começou. Criou canções que hoje são consideradas hinos do movimento e da própria música popular, como O barquinho, Você, Nós e o mar, Ah se eu pudesse, Rio, entre outras. Ronaldo Bôscoli é um de seus parceiros mais constantes. Em mais de 40 anos de carreira, Menescal vem apresentando trabalhos de altíssima qualidade. Além de gravar com importantes nomes como Paul Winter, Toots Thielemans e Herbie Mam, e orquestrar discos de inúmeros artistas como de Maysa, Silvinha Telles, Lúcio Alves, Caetano Veloso, João Bosco e Alcione, Menescal desenvolveu trabalhos como produtor de discos com Elis Regina, com quem trabalhou também como músico e arranjador, Leila Pinheiro, Chico Buarque, Emílio Santiago, Fagner, Gal Costa, Nara leão, Joana, Ivan Lins, Oswaldo Montenegro, entre outros. JOSÉ DIAS é produtor cultural dos mais ativos do Estado, além de pesquisador e estudioso da Música Popular Brasileira. Criou e realizou projetos importantes como o Projeto Seis e Meia, Praia Shopping Musical, Domingo Melhor, entre outros. É produtor da cantora Khrystal. DAMIÃO NOBRE DE MEDEIROS é médico formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e nutre uma outra paixão além da medicina: a música. Compositor, estudioso e pesquisador da Música Popular Brasileira, tem colaborado com diversos periódicos. Há cerca de quatro anos, escreve uma coluna para a revista 'Papangu'. Escritor, publicou, no ano de 2007, um livro de crônicas intitulado 'Conversa de Médico', baseado em sua experiência profissional. Pretende reunir em livro, para publicação no ano de 2009, seus textos sobre música.

â–²18h30m [UTF-8?]— ESPAÇO DO LIVRO

*LANÇAMENTO DE "UNS FESCENINOS" [UTF-8?]– ANTOLOGIA POÉTICA DE OSWALDO LAMARTINE, COM ANOTAÇÕES DO ESCRITOR E PESQUISADOR VIRGÍLIO MAIA. Livro do escritor Oswaldo Lamartine, que estava fora do mercado desde a década de 70, nas mãos apenas de pesquisadores e bibliófilos, é relançada agora pelo selo Letras Natalenses da Prefeitura do Natal, através da Funcarte. A nova edição traz anotações epistolares feitas pelo próprio autor Oswaldo Lamartine e por Virgílio Maia, durante quatro anos em que trocaram inúmeras cartas. O exemplar de Virgílio Maia continha várias notas do autor, feitas do próprio punho, em que Oswaldo atualizara, acrescentara e corrigira informações, identificando, ainda, as gralhas e erros da edição.

*LANÇAMENTO DE "VELHOS ESCRITOS DE JORGE FERNANDES", DE HUMBERTO HERMENEGILDO

*LANÇAMENTO DO CD 'CONGOS DE CALÇOLA' (COLEÇÃO DOCUMENTO SONORO), COM APRESENTAÇÃO DO GRUPO.

â–²18h30m [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

Apresentação da coreografia 'Bossa Nova', da STEP Cia. de Dança.
Glebe Duarte (sapateado) e Emerson Carpegiani (sax)


â–²19h [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

MESA LITERÁRIA: VÍNÍCIUS: PALAVRA E MÚSICA

Aula-show com JOSÉ MIGUEL WISNIK, ARTHUR NESTROVSKI e PAULA MORELENBAUM

Reunindo os talentos musicais, literários e acadêmicos do compositor, cantor e pianista (e professor da USP) ZÉ MIGUEL WISNIK [UTF-8?]– reconhecido como um dos nomes de ponta da música brasileira [UTF-8?] – e do compositor, violonista, crítico e escritor (e editor da PubliFolha) ARTHUR NESTROVSKi, juntamente com a cantora PAULA MORELENBAUM (outro nome de ponta da nossa música, reconhecida internacionalmente desde os anos em que integrou a banda de Tom Jobim), o espetáculo traz uma seleção de canções de Vinicius de Moraes e seus parceiros, entremeadas de leituras de alguns poemas e conversas sobre vários assuntos. Da formação do cancioneiro brasileiro ao artesanato de letra e música; das potências transformadoras da bossa-nova ao debate sobre a "morte da canção", Morelenbaum Wisnik e Nestrovski cantam e contam a música de Vinicius, situada por eles no contexto da cultura brasileira hoje.


â–²19h10 [UTF-8?]– ESPAÇO DO LIVRO

JOSÉ MIGUEL WISNIK e ARTHUR NESTROVSKI autografam suas obras


â–²20h30 [UTF-8?]— TENDA LITERÁRIA

TEMA: UM ROMANCISTA NATO

CRISTÓVÃO TEZZA E HUMBERTO HERMENEGILDO

O escritor catarinense é considerado um dos mais importantes romancistas da literatura brasileira contemporânea. Além de ficcionista, com mais de uma dezena de livros publicados, é doutor em Literatura Brasileira e professor de Lingüística na UFPR. É autor, entre outros, de Trapo, O fantasma da infância, Aventuras provisórias, Breve espaço entre cor e sombra (Prêmio Machado de Assis/Biblioteca Nacional de melhor romance de 1998) e O fotógrafo (prêmios da Academia Brasileira de Letras e Bravo! de melhor romance do ano). Com seu novo romance "O Filho Eterno", com o qual acaba de ganhar o primeiro lugar como o Livro do Ano no Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa. Na semana passada, ganhou o Prêmio Jabuti na categoria romance. Ao todo, são quatro os prêmios recebidos pelo autor por esta obra. O livro, publicado em 2007 pela Editora Record, venceu o Prêmio Bravo! Prime de Cultura, na categoria melhor livro do ano. Foi escolhido também melhor romance pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (Apca).


HUMBERTO HERMENEGILDO é pesquisador e professor. É formado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1980), é Mestre em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas (1991) e doutor em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (1996). Atualmente é professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem (PPgEL/UFRN). Atua como pesquisador no Núcleo Câmara Cascudo de Estudos Norte-Rio-Grandenses (NCCEN/UFRN) e é consltor/parecerista das revistas Sociedade e Território (Natal) , Vivência (Natal) e Investigações (Recife) .

â–²22H [UTF-8?]– ESPAÇO DO LIVRO

*O ESCRITOR CRISTOVÃO TEZZA AUTOGRAFA SEU ROMANCE "O FILHO ETERNO", OBRA FICCIONAL EM QUE EXPÕE AS INÚMERAS DIFICULDADES E AS SABOROSAS PEQUENAS VITÓRIAS DE CRIAR UM FILHO COM SÍNDROME DE DOWN. APROVEITA AS QUESTÕES QUE APARECEM PELO CAMINHO NESTES 26 ANOS DE SEU FILHO FELIPE PARA REORDENAR SUA PRÓPRIA VIDA: A EXPERIMENTAÇÃO DA VIDA EM COMUNIDADE QUANDO ADOLESCENTE, A VIDA COMO ILEGAL NA ALEMANHA PARA GANHAR DINHEIRO, AS DIFICULDADES DE ESCRITOR COM TRINTA E POUCOS ANOS.

â–² PROGRAMAÇÃO PARALELA

Dia 26 de novembro [UTF-8?]– Museu Municipal de Cultura Popular Djalma Maranhão
EXPOSIÇÃO DE CURTA DURAÇÃO:
XICO SANTEIRO

Atenciosamente, Marcelo
SECTUR Secretaria de Industria, Comercio e Turismo do Natal Prefeitura: http://www.natal.rn.gov.br/ Secretaria de Turismo: http://turismo.natal.rn.gov.br/ Cidade do Sol Capital Mundial do Buggy Terra do Camarão É a Capital mais Tranquila do Brasil